Para viver mais e melhor.
longevidade.news
Quinta · 04 de junho de 2026 · Edição #78
Bom dia. Tem gente apostando pesado que envelhecer vai virar um ritmo muito mais lento. Só nesta semana, mais uma empresa de longevidade levantou centenas de milhões de dólares para tentar adiar a velhice. Nada disso está provado, e o caminho é longo. Mas é difícil não se animar com a ideia de que estamos decidindo, como sociedade, tratar o envelhecimento não como destino, e sim como um problema à altura da nossa engenhosidade.
  Resumo da edição
🧬 A empresa que quer curar todas as doenças: Demis Hassabis, prêmio Nobel de Química, criou a Isomorphic Labs, que acaba de levantar US$ 2,1 bilhões para usar inteligência artificial na descoberta de remédios. A aposta é transformar a busca por um fármaco, hoje uma caça no escuro de dez anos, em um projeto de engenharia feito no computador. O texto separa o que já é real, como o AlphaFold que rendeu o Nobel, do que ainda é promessa, já que os testes em pessoas seguem levando de cinco a dez anos.
🦠 Somos 10% humanos ou a expressão visível de uma vida invisível? (Parte 1): No texto do Dr. Alessandro Silveira, professor titular em microbiologia clínica, o microbioma abre uma pergunta desconfortável. E se o "eu" for menos um indivíduo isolado e mais um ecossistema, uma negociação permanente entre nós e os trilhões de microrganismos que nos habitam? É a primeira de duas partes.
🏋️ Quatro horas entre o treino pesado e a cama: Um estudo na Nature Communications acompanhou 14.689 pessoas ao longo de mais de quatro milhões de noites com pulseira de monitoramento. Treinos extenuantes encerrados pelo menos quatro horas antes de dormir não atrapalharam o sono, qualquer que fosse a intensidade. Quanto mais perto da cama e mais forte o treino, pior o sono e mais agitado o coração à noite. A saída prática é guardar o esforço alto para mais cedo e deixar o movimento leve para as horas perto de dormir.
📰 Notícias da semana: A Eli Lilly mostrou um novo remédio para obesidade com perda média de 28% do peso, perto do que só a cirurgia entregava; a Scribe apresentou uma terapia que, em macacos, manteve o colesterol baixo por anos com uma única dose; a NewLimit, do fundador da Coinbase, Brian Armstrong, levantou US$ 435 milhões para apostar em reprogramação celular contra o envelhecimento; cientistas de Harvard publicaram na Nature relógios do envelhecimento comuns a várias espécies, com uma ferramenta aberta para acelerar a busca de remédios; e a editora médica de Harvard lançou seu primeiro guia dedicado à longevidade.
📚 Vale Saber: Uma passagem de Robert Waldinger, que dirige o estudo de Harvard que acompanha as mesmas pessoas há mais de 80 anos, sobre como a qualidade dos nossos relacionamentos é o que mais prevê saúde e felicidade ao longo da vida.
  CURA
A empresa que quer curar todas as doenças

Demis Hassabis foi uma criança prodígio do xadrez, virou pesquisador de inteligência artificial e, em 2024, ganhou o Nobel de Química. O prêmio veio por um feito que parecia ficção. Com a equipe que fundou dentro do Google, a DeepMind, ele ensinou um computador a resolver um enigma que a biologia perseguia havia cinquenta anos, prever a forma das proteínas. Agora aponta a mesma ferramenta para um alvo ainda maior, e diz, sem rodeios, que quer ajudar a curar todas as doenças dentro de uma geração.

Em 12 de maio de 2026, a empresa que ele criou para essa missão, a Isomorphic Labs, levantou 2,1 bilhões de dólares na maior rodada da sua história, notícia que demos na edição 76. O dinheiro veio da Thrive Capital, da Alphabet e até de um fundo soberano de inteligência artificial do Reino Unido. É muito dinheiro para uma companhia que ainda não tem um único remédio à venda, e para entender por que tanta gente experiente apostou tão alto é preciso voltar à história das proteínas.

Tudo no seu corpo funciona por causa delas, e o que cada proteína faz depende da forma como ela se dobra no espaço. Descobrir essa forma era um trabalho lento e caríssimo, às vezes anos de laboratório para uma única proteína. O AlphaFold, o programa de Hassabis, passou a prever essas formas em minutos, mapeou mais de 200 milhões delas e abriu tudo de graça, em código aberto. Foi um gesto generoso e cada vez mais raro, num tempo em que a OpenAI, nascida sem fins lucrativos, hoje enfrenta uma batalha judicial por ter se transformado num negócio voltado ao lucro. Hoje mais de três milhões de pesquisadores usam a ferramenta, e foi esse salto que rendeu o Nobel. A trajetória de Hassabis, do tabuleiro de xadrez ao prêmio, está contada no documentário The Thinking Game, lançado há seis meses pelo próprio DeepMind.

Conhecer a forma de uma proteína, porém, é só o começo de um remédio. O passo difícil é desenhar uma molécula que se encaixe na parte certa dela, como uma chave numa fechadura, sem mexer nas outras vinte mil proteínas do corpo, porque é desse engano que nascem os efeitos colaterais. A Isomorphic quer fazer esse desenho no computador, provando milhares de chaves virtuais antes de fabricar uma única. Se der certo, descobrir um remédio deixa de ser uma caça no escuro e vira um projeto de engenharia. A indústria já sente o vento mudar, e executivos do setor dizem que quase todo fármaco novo daqui para frente terá passado pelo AlphaFold em algum momento.

O sonho é grande, e o caminho é longo, é preciso ser honesto sobre isso. Por enquanto a Isomorphic tem apenas alguns compostos em estágio pré-clínico, que ainda nem chegaram a ser testados em pessoas. E mesmo quando chegarem, o ensaio clínico, a fase que prova se um remédio funciona e é seguro em gente de verdade, continua levando de cinco a dez anos. A inteligência artificial encurtou a etapa de inventar a molécula, e provar que ela cura de verdade é o primeiro grande desafio que sobra pela frente. Difícil não se perguntar se essa mesma tecnologia não vai, um dia, encontrar um jeito de acelerar também essa parte.

Há motivo de sobra para se animar. Baratear a descoberta de remédios significa, um dia, poder procurar cura para doenças raras que hoje são deixadas de lado por não darem lucro. Significa encarar um problema antigo da medicina com uma ferramenta que não existia cinco anos atrás. Talvez esta geração não veja o fim de todas as doenças, mas vivemos um momento raro da história, em que pensar tão grande assim deixou de ser ingenuidade.

Compartilhar este texto
WhatsApp
  A voz do especialista
Somos 10% humanos ou a expressão visível de uma vida invisível? (Parte 1)
AS
 
Texto escrito por
Dr. Alessandro Silveira
Farmacêutico, doutor em ciências da saúde, professor titular em microbiologia clínica (FURB).

Há ideias científicas que não apenas explicam o corpo. Elas ferem a nossa vaidade. Durante séculos, fomos educados a pensar o ser humano como centro, comando e medida de si mesmo. Um indivíduo. Uma consciência. Uma biografia organizada dentro de uma pele. Gostamos de acreditar que somos uma unidade relativamente estável, conduzida por escolhas próprias, desejos próprios, pensamentos próprios e uma identidade que parece nascer de dentro para fora. Mas o microbioma nos obriga a desconfiar dessa segurança.

A ideia de que seríamos "10% humanos" ganhou força justamente porque tem algo de provocação filosófica. Ela não fala apenas de células. Ela questiona pertencimento. Questiona autoria. Questiona a fronteira entre o que chamamos de "eu" e aquilo que vive silenciosamente em nós. A princípio, a pergunta parece matemática: quantas células humanas existem em comparação às células microbianas? Mas talvez essa seja a pergunta menos interessante. A pergunta mais profunda é outra: somos apenas humanos habitados por microrganismos ou somos, em parte, uma forma pela qual esses microrganismos se expressam no mundo?

O "eu" talvez nunca tenha sido singular

A palavra "eu" é confortável. Parece simples, inteira, indivisível. Quando dizemos "eu sinto", "eu quero", "eu escolho", imaginamos uma origem clara para nossas experiências. A consciência fala, e o corpo obedece. Mas a biologia raramente é tão obediente à filosofia.

O corpo humano não é uma fortaleza isolada. É uma assembleia viva. Um campo de negociações. Uma fronteira permeável entre células humanas, microrganismos, alimentos, metabólitos, hormônios, citocinas, neurotransmissores, memórias, ambiente e história evolutiva. No intestino, especialmente, essa assembleia é intensa. Trilhões de microrganismos habitam um espaço onde se decide muito mais do que a digestão. Ali se modulam sinais inflamatórios, respostas imunes, produção de metabólitos, integridade de barreiras, comunicação com o sistema nervoso e, possivelmente, inclinações sutis do comportamento.

Não somos um corpo com micróbios. Somos um corpo em diálogo permanente com eles. E talvez o mais desconcertante seja admitir que esse diálogo não é apenas bioquímico. Pode ser também evolutivo.

A vida invisível também deseja permanecer

Todo organismo vivo, do mais complexo ao mais simples, carrega uma urgência silenciosa: continuar. Continuar existindo. Continuar se reproduzindo. Continuar ocupando espaço. Continuar atravessando o tempo.

Com os microrganismos não é diferente. Eles não estão no intestino como visitantes neutros. Competem por nichos, disputam nutrientes, formam alianças, inibem rivais, modificam o ambiente e dependem, em grande parte, da vida do hospedeiro para manter sua própria continuidade. Essa constatação muda a forma como olhamos para o microbioma.

Quando pensamos apenas do ponto de vista humano, perguntamos: "o que essas bactérias fazem por mim?" Mas talvez devêssemos perguntar também: "o que elas ganham ao me influenciar?" Essa é uma mudança quase copernicana. O humano deixa de ser o único centro da narrativa. O corpo passa a ser entendido como um território compartilhado, onde diferentes formas de vida podem ter interesses convergentes, indiferentes ou até conflitantes.

Em alguns momentos, a saúde do hospedeiro e a vantagem microbiana caminham juntas. Um ser humano mais saudável, sociável, fértil, ativo e longevo pode oferecer estabilidade e oportunidades de transmissão para sua microbiota. Em outros momentos, porém, aquilo que favorece certos microrganismos pode não favorecer plenamente o hospedeiro. E é aqui que a biologia se torna inquietante.

E se alguns desejos forem ecossistêmicos?

O desejo costuma ser tratado como algo íntimo. Uma inclinação pessoal. Uma escolha que nasce de preferências, emoções, memórias e hábitos. Mas o que acontece quando percebemos que a vontade também pode ter uma dimensão metabólica?

A vontade de comer determinado alimento, a busca por certos sabores, a compulsão por padrões alimentares repetitivos, a oscilação do humor, a sensação de energia ou apatia, a resposta ao estresse e até a forma como o corpo interpreta saciedade e recompensa podem emergir de redes muito mais amplas do que a consciência reconhece. Claro, não se trata de reduzir o humano a bactérias. Essa seria uma simplificação grosseira. Mas talvez seja igualmente simplista imaginar que nossas escolhas sejam exclusivamente humanas.

Quando nos alimentamos, não nutrimos apenas tecidos. Nutrimos ecossistemas. Cada escolha alimentar é também uma seleção ecológica. Favorece alguns microrganismos, enfraquece outros, altera metabólitos, muda sinais inflamatórios, reorganiza rotas químicas e modifica o terreno biológico onde novos desejos poderão nascer. Nesse sentido, talvez o desejo não seja apenas psicológico. Talvez seja também intestinal. Talvez seja também microbiano. Talvez seja, em parte, uma propriedade emergente do holobionte que somos.

O intestino como oráculo químico

Na antiguidade, o oráculo era consultado porque se acreditava que havia ali uma voz capaz de revelar sentidos ocultos. Hoje, sem misticismo, a biologia nos mostra outro tipo de oráculo: o intestino. Ele não fala com palavras. Não argumenta. Não explica. Não pede licença. Ele fala por moléculas.

Fala por ácidos graxos de cadeia curta, derivados do triptofano, ácidos biliares, neurotransmissores, mediadores imunes, peptídeos, endotoxinas, metabólitos bacterianos e sinais que atravessam a barreira intestinal, alcançam o sangue, modulam o nervo vago, conversam com células imunes e chegam, direta ou indiretamente, ao cérebro. O cérebro, por sua vez, não é um imperador isolado. É um órgão sensível ao corpo. Ele escuta inflamação. Escuta glicemia. Escuta hormônios. Escuta nutrientes. Escuta o sono. Escuta o estresse. Escuta o intestino.

Talvez muitos estados que chamamos de "mentais" sejam também estados corporais. E talvez muitos estados corporais sejam, em parte, estados ecológicos.

A sociabilidade humana: afeto, cultura ou transmissão?

A vida social é um dos grandes orgulhos da espécie humana. Construímos famílias, comunidades, linguagens, religiões, cidades, sistemas de cuidado, cozinhas compartilhadas, rituais de encontro e formas sofisticadas de convivência. Gostamos de pensar que nos aproximamos uns dos outros apenas por amor, necessidade, cultura, empatia ou sobrevivência social. Mas existe uma camada menos visível nessa história.

Quando humanos convivem, também trocam microrganismos. Ao viver em família, compartilhar ambientes, tocar, cuidar, beijar, amamentar, preparar alimentos, dividir espaços e criar vínculos, não compartilhamos apenas emoções e experiências. Compartilhamos ecologias. A vida social é também uma rota microbiana.

Isso não diminui a beleza dos vínculos humanos. Pelo contrário: amplia sua profundidade. Mostra que a intimidade não é apenas afetiva, mas biológica. Que a convivência deixa marcas invisíveis. Que amar, cuidar e viver junto também significa participar da construção do ecossistema do outro.

Mas a pergunta permanece: se a sociabilidade favorece a transmissão microbiana, será que alguns microrganismos também se beneficiaram, ao longo da evolução, de hospedeiros mais sociais? Talvez a nossa necessidade de contato tenha múltiplas raízes. Algumas emocionais. Algumas culturais. Algumas imunológicas. Algumas microbianas.

Continua na próxima edição.

Compartilhar este texto
WhatsApp
  Ciência na prática
Quatro horas entre o treino pesado e a cama

Muita gente treina à noite, seja porque é o único horário livre, seja porque rende mais no fim do dia, uma questão de cronotipo. A dúvida que vem junto é antiga, se o exercício tarde estraga o sono. O conselho de sempre foi um "não treine antes de dormir" vago, sem hora nem medida. Agora existe um número. Pesquisadores liderados por Josh Leota, da Monash University, na Austrália, em parceria com Harvard, acompanharam 14.689 adultos que usaram a pulseira WHOOP por um ano, mais de quatro milhões de noites de exercício, sono e batimentos medidos, publicado na Nature Communications.

O efeito é uma escada. Quanto mais perto da cama e mais intenso o treino, mais o sono demora a chegar, menor a duração e a qualidade, mais alta a frequência cardíaca durante a noite e mais baixa a variabilidade dela. Treinos extenuantes encerrados pelo menos quatro horas antes de dormir não mexeram no sono, qualquer que fosse a intensidade. Dentro dessa janela, o que pesa é a combinação de perto e forte. Uma sessão leve nessas horas finais, uma caminhada ou um trote tranquilo, reduz bastante o estrago, ainda que não o zere de todo.

Aquela frequência cardíaca mais alta e a variabilidade mais baixa mostram o corpo ainda em modo de esforço quando deveria estar desacelerando, e a gente já viu esses mesmos sinais noturnos se moverem por outro motivo. Mostramos na edição 67 como um quarto quente derruba a variabilidade cardíaca e acelera o coração durante o sono. O treino pesado tarde é mais uma alavanca sobre o mesmo painel de recuperação da noite, e essa você controla.

É preciso segurar o tamanho da conclusão. O estudo é observacional, mostra associação, não prova de causa, e os usuários de WHOOP são mais jovens, idade média de 38 anos, e em maioria homens, então o número não se transfere direto para quem tem mais idade. As quatro horas são a média do grupo, não um cronômetro igual para cada um. E o custo medido é o daquela noite, não um dano de saúde no longo prazo. Treinar à noite continua melhor do que não treinar, a questão é onde encaixar o esforço pesado, deixando as horas coladas no sono para o movimento leve.

Compartilhar este texto
WhatsApp
  Notícias da semana
💡 A Eli Lilly divulgou os resultados finais de Fase 3 do retatrutide, seu novo remédio injetável contra a obesidade, e os números chamam atenção. A perda média foi de 28% do peso em pouco mais de um ano, perto do que antes só a cirurgia bariátrica entregava. A aplicação é semanal e age em três frentes do apetite e do metabolismo. Ainda não está aprovado, a decisão nos Estados Unidos é esperada para 2027.
💡 A Scribe Therapeutics, empresa americana de edição genética, mostrou dados iniciais de uma terapia que "desliga" um gene ligado ao colesterol ruim. Em macacos, uma única dose manteve o LDL baixo por mais de 22 meses, sem alterar o DNA, apenas silenciando o gene. A promessa, ainda distante de chegar a pessoas, é trocar o comprimido diário por uma aplicação que dura anos. São resultados pré-clínicos divulgados pela própria empresa.
💡 A NewLimit, biotech de longevidade do fundador da Coinbase, Brian Armstrong, levantou US$ 435 milhões numa rodada liderada pela Founders Fund, triplicando seu valor para cerca de US$ 3,1 bilhões. A empresa aposta em reprogramação celular, uma tentativa de "rejuvenescer" células, e quer levar seu primeiro remédio a testes em humanos no ano que vem. Ainda é mais promessa do que prova, mas mostra um mercado sedento por bancar ideias que podem nos ajudar a viver mais e melhor.
💡 Cientistas de Harvard publicaram na Nature um estudo que comparou os sinais do envelhecimento em camundongos, ratos, macacos e humanos e viram que são, em boa parte, os mesmos nas quatro espécies. Com isso criaram a TACO, uma ferramenta aberta para medir a "idade" de um tecido. Ela não é um teste para pessoas, e sim uma forma de acelerar a busca por remédios contra o envelhecimento em laboratório.
💡 A editora médica da Universidade Harvard lançou seu primeiro guia voltado à longevidade, o Pathways to Longevity. É sinal de que o tema deixou de ser nicho e entrou na medicina convencional, ao lado de sono e dieta. O guia não promete milagre, aposta nos básicos de sempre, comida de verdade, atividade física, sono e controle do estresse.
  Vale saber
Robert Waldinger, em "What Makes a Good Life?" (TED, 2015)
  "O recado mais claro que tiramos deste estudo de 75 anos é este: bons relacionamentos nos mantêm mais felizes e mais saudáveis. Ponto final. [...] Não é só o número de amigos que você tem, nem se você está ou não num relacionamento comprometido, mas é a qualidade dos seus relacionamentos próximos que importa. [...] As pessoas mais satisfeitas em seus relacionamentos aos 50 anos foram as mais saudáveis aos 80. [...] A boa vida é construída com bons relacionamentos."
Antes de fechar
Se algo aqui te ajudou, talvez sirva também para alguém que você quer ver bem.
Quanto mais pessoas leem a Longevidade News, mais o conteúdo se aprofunda e melhora. Compartilhar é a forma mais direta de espalhar conteúdo de qualidade sobre longevidade, e ajudar a News a chegar a quem precisa.
Indique a alguém
Manda por WhatsApp para alguém que pode se beneficiar.
Conversa comigo
Tem uma ideia, uma referência, uma crítica, um tema que você quer ver aqui? Responde esse email. Eu leio.
Em outros lugares
Próxima edição na quinta, às 12:12.

Keep Reading