| Para viver mais e melhor. |
| longevidade.news |
| Quinta · 10 de setembro de 2026 · Edição #92 |
| Bom dia. A longevidade é a junção de várias tendências que estão acontecendo ao mesmo tempo, e boa parte delas é cultural: os jovens estão bebendo menos, cuidar da saúde virou assunto de mesa de jantar, e a população está vivendo mais. Chegar bem aos 90 é hoje uma meta bastante atingível. Por outro lado, vivemos uma explosão na tecnologia. A OpenAI lançou o Astra, um salto geracional, e ela mesma divulgou que um modelo ainda mais novo resolveu o problema de Navier-Stokes, um dos sete problemas do milênio da matemática, e nesta semana o DeepMind lançou a sua nova plataforma para o estudo do genoma. São esses dois movimentos que, quando juntos, vão transformar o mundo em que vivemos e a nossa longevidade. |
| Resumo da edição |
| 🛣️ A pergunta mais importante: Quem tem propósito vive mais, e um estudo americano com quase 7 mil pessoas mostra o grupo com menos propósito com 2,4 vezes o risco de morrer, mesmo descontando depressão e otimismo. Fomos conferir como um pesquisador decide que alguém tem propósito, e são frases com nota de concordância, nenhuma delas perguntando qual é o propósito. Uma metanálise de 278 estudos separa ter sentido de estar procurando (o que faz sentido) e mostra o impacto disso. Na prática ficam três aspectos: ter um propósito, saber qual é o seu, e viver de acordo com ele todos os dias. |
| 💧 Entropia e envelhecimento: A Dra. Vânia Assaly parte de Schrödinger, que em 1944 perguntou como um organismo vivo preserva a sua organização diante da tendência natural à desordem, e chega a um artigo de 2026 na Life Medicine que propõe ler o envelhecimento como aumento progressivo da entropia. Os mecanismos de reparo perdem eficiência, o custo de manter a ordem sobe, e a desordem passa a vencer. O mesmo acontece com a mente, que enrijece e responde ao novo com padrões antigos. Envelhecer bem, para ela, é preservar a capacidade de reorganização. |
| 🛏️ A métrica esquecida: A Oura pediu registro para abrir capital duas semanas depois de uma ação coletiva perguntar se o anel mede ou estima o sono. Um estudo de Tóquio mostra que o relógio de pulso acerta o tempo total de sono e erra por mais da metade o tempo para adormecer e o tempo acordado de madrugada, porque deduz sono a partir de movimento. Os aparelhos servem para situar você e mostrar se melhorou, e vão ficar melhores. A métrica que fica esquecida no meio dos números é como você acordou. |
| 📰 Notícias da semana: O Google DeepMind lançou um mapa do efeito de todas as mutações possíveis do genoma humano; o Apple Watch passou a dar uma nota de prontidão toda manhã; a Scribe começou a testar em gente um remédio que desliga o gene do colesterol sem cortar o DNA; a OMS atualizou as diretrizes para reduzir o risco de demência e acrescentou oito fatores; e o Global Wellness Summit foi comprado pela Informa, dona da feira Hospitalar. |
| 📚 Vale Saber: Uma passagem de Rainer Maria Rilke, em "Cartas a um jovem poeta", sobre ter paciência com o que ainda não tem solução, amar as próprias perguntas e vivê-las até, um dia, entrar na resposta. |
| PROPÓSITO |
| A pergunta mais importante |

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Existe um momento na vida, que chega cedo ou tarde, em que você, eu, qualquer pessoa se pergunta "Por quê?". Não é um "por quê" qualquer, é O Porquê, com O maiúsculo, aquele que aparece quando a gente encara a vida de frente. É nessa hora que o propósito entra em cena, e ter uma boa resposta para essa pergunta faz toda a diferença. Viktor Frankl, em Em busca de sentido, discorre longamente sobre o tema e cita uma frase de Nietzsche que resume tudo, "quem tem um porquê para viver suporta quase qualquer como". Foi nesse âmbito que um grupo de pesquisadores fez a seguinte pergunta: se uma pessoa tem um senso de propósito estabelecido, como isso influencia a sua longevidade? A resposta, que já demos na edição 54 com um estudo de 5.993 adultos acompanhados por 23 anos, é que influencia muito, e a favor. Aliya Alimujiang e colegas, da Universidade de Michigan, publicaram no JAMA Network Open o acompanhamento de 6.985 americanos acima de 50 anos, e o grupo com menos propósito teve 2,4 vezes o risco de morrer em quatro anos do grupo com mais propósito, depois de descontar depressão, ansiedade, otimismo e vida social. Ou seja, o propósito protege por conta própria, e não por ser outro jeito de dizer que gente feliz vive mais. O que eu fui conferir foi como um pesquisador decide que alguém tem propósito. O estudo de Michigan usou sete frases da escala da psicóloga Carol Ryff, e a pessoa dá a cada uma a nota que descreve o quanto concorda. Outros estudos usam uma versão curta, com três frases do mesmo tipo. "Algumas pessoas vagam sem rumo pela vida, mas eu não sou uma delas." "Eu vivo um dia de cada vez e não penso muito no futuro." "Às vezes sinto que já fiz tudo o que havia para fazer na vida." Só isso. Em nenhum momento alguém pergunta qual é o propósito. O questionário mede se você sente que tem um rumo, e não faz ideia de qual rumo é. Na edição 54 terminamos falando de errar o alvo, e é aqui que a forma como perguntaram mostra o seu limite. Quem mira com toda a convicção no lugar errado marca a mesma nota de quem mira no certo. Falta a terceira parte, a de quem ainda está procurando. Uma metanálise, que é um estudo que soma os resultados de muitos outros, publicada no fim do ano passado no Journal of Affective Disorders por Xin-qiang Wang e colegas, da Universidade Normal de Jiangxi, na China, juntou 278 estudos e 252 mil pessoas para medir a relação entre sentido na vida e depressão. Ter propósito veio com menos depressão, uma correlação de −0,49, que em psicologia é um efeito de tamanho médio e consistente. Estar procurando sentido não veio com nada, correlação zero. O que nenhum deles separa, e para mim é a distinção mais importante do assunto, são três coisas que a gente costuma chamar pelo mesmo nome:
O estudo enxerga apenas a primeira parte. A segunda ele não vê. E a terceira também não, e aqui tem um perigo, pois ela pode ser confundida com "estar procurando o seu propósito". Quem já sabe qual é o seu porquê procura outra coisa, procura o como, e isso aparece do lado de fora, como comportamento (as obras). Foi exatamente onde a Priscilla Camilo se focou na semana passada, quando trocou a pergunta "que sentido essa pessoa está construindo" por "que comportamento esse sentido está sustentando". Nietzsche falou de um porquê e de um como. Quando a ciência diz que quem tem propósito vive mais, ela está falando do porquê, e só da parte dele que cabe em algumas frases com uma nota de concordância. Qual é o seu porquê, e como viver de acordo com ele, continua sendo a pergunta mais importante, e essa é uma jornada que todos devem percorrer. Pois de uma coisa eu tenho certeza, a resposta existe. |
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| A voz do especialista |
| Entropia e envelhecimento |

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A arquitetura da vida entre a ordem e o caos A vida acontece em permanente tensão entre ordem e desordem. Na física, a entropia descreve a tendência dos sistemas à dispersão de energia e à perda de organização. Os organismos vivos, porém, parecem desafiar continuamente esse movimento. Somos sistemas abertos, capazes de captar energia, processar informação, reparar estruturas e reorganizar funções. É dessa capacidade que nasce a ideia de neguentropia: a construção de ordem diante da tendência natural ao caos. Em 1944, muito antes de conhecermos a estrutura do DNA, Erwin Schrödinger formulou uma pergunta que se tornaria fundamental para a biologia moderna: What is Life? Como um organismo vivo consegue preservar sua organização diante da tendência natural ao aumento da entropia? Schrödinger compreendeu a vida como um sistema aberto, capaz de sustentar sua ordem interna por meio da troca contínua de energia e matéria com o ambiente. A vida não interrompe as leis da termodinâmica. Ela mantém organização local porque utiliza energia para conservar estrutura, informação e função. Mais de oito décadas depois, essa mesma questão reaparece em uma linguagem profundamente contemporânea. Em 2026, o artigo The entropic view of aging: from thermodynamics to biology, publicado na Life Medicine, propõe que o envelhecimento não seja compreendido apenas como uma sucessão de danos isolados, mas como uma progressão sistêmica do aumento da entropia através das diferentes escalas da organização biológica, das moléculas aos tecidos e aos sistemas. A conexão é extraordinária. Durante o desenvolvimento, construímos ordem. Uma única célula origina tecidos especializados, órgãos, circuitos e sistemas. Informação é escrita, estruturas são organizadas e identidades celulares são estabelecidas. Na vida adulta, entramos em um estado de homeostase dinâmica. O organismo não permanece estático. Ele repara DNA, renova proteínas, elimina componentes danificados, mantém vigilância imunológica e administra continuamente energia e informação para preservar sua organização. Com o envelhecimento, essa equação começa a se modificar. Os mecanismos de manutenção perdem eficiência, o custo energético da reparação aumenta e a desordem passa progressivamente a superar a capacidade de reorganização. Quando pensamos no envelhecimento por essa perspectiva, algo muda. Envelhecer deixa de ser apenas acumular tempo e passa a representar também uma redução progressiva da capacidade de manter organização, adaptação e coerência. Isso se manifesta na menor eficiência dos mecanismos de reparo, nas alterações epigenéticas, na disfunção mitocondrial, na perda de proteostase, na redução da autofagia, na inflamação persistente e na desorganização da comunicação entre células, tecidos e órgãos. O artigo contemporâneo avança ainda mais ao propor que muitos dos chamados hallmarks of aging podem ser compreendidos como manifestações interligadas de uma mesma tendência: perda progressiva de informação, estrutura e ordem biológica. Assim, a entropia deixa de ser apenas uma metáfora para o envelhecimento e começa a ser investigada como uma variável biológica potencialmente mensurável. Entropia epigenética, desorganização transcricional, perda de identidade celular, alterações estruturais dos tecidos, mudanças na organização cerebral e perda de coerência entre sistemas começam a formar uma linguagem comum para fenômenos que antes eram analisados separadamente. Esse olhar também modifica a maneira como entendemos resiliência. Um organismo jovem pode sofrer uma perturbação e retornar ao equilíbrio. Com o envelhecimento, a recuperação torna-se mais lenta e a distância entre estabilidade e perda funcional diminui. O sistema torna-se mais vulnerável a cruzar um limiar a partir do qual a desorganização se amplifica e pode resultar em fragilidade ou doença. Mas o envelhecimento não acontece apenas no corpo. Ele também se expressa na maneira como pensamos, sentimos, reagimos e nos adaptamos ao mundo. A plasticidade pode diminuir, alguns comportamentos tornam-se mais rígidos e respostas que um dia foram adaptativas podem transformar-se em automatismos. Nesse ponto, a visão sistêmica neo-reichiana torna-se particularmente interessante. A análise do caráter, não no sentido moral, mas como linguagem de adaptação, permite compreender como experiências, emoções e padrões de resposta se traduzem em circuitos neurobiológicos, neurotransmissores, hormônios e respostas autonômicas que, ao longo do tempo, participam da construção de diferentes padrões corporais e comportamentais. Do susto ao acolhimento, da ameaça à segurança, tudo é percebido, interpretado e incorporado. O corpo não apenas responde à experiência. Ele registra essa experiência e, em alguma medida, a materializa na forma. O neuropsiquiatra italiano Genovino Ferri, dentro da tradição da psicoterapia neo-reichiana e a partir do trabalho de Federico Navarro, amplia essa leitura ao compreender o indivíduo como um sistema em permanente relação entre corpo, emoção, história e ambiente. É justamente aqui que entropia e neguentropia deixam de pertencer apenas à física e passam a oferecer uma linguagem potente para compreender a adaptação humana. Quando um sistema perde flexibilidade, tende a responder ao novo com padrões antigos. A repetição reduz possibilidades, estreita respostas e aumenta a rigidez. Biologicamente, isso pode significar menor capacidade de reparar, compensar e recuperar função. Psiquicamente, pode significar menor capacidade de incorporar novas experiências, elaborar mudanças e construir novas respostas. Corpo e psiquismo começam, então, a revelar uma lógica semelhante. Saúde não é ausência de perturbação. Saúde é capacidade de reorganização. Neguentropia, nesse sentido, não representa uma oposição absoluta à entropia. Representa a capacidade do sistema vivo de utilizar energia, informação e plasticidade para preservar coerência diante da desordem. Essa é justamente a ponte entre Schrödinger e a ciência contemporânea do envelhecimento: a vida não se define pela ausência de desordem, mas pela capacidade contínua de produzir organização diante dela. Em 1944, Schrödinger perguntava como a vida conseguia manter sua ordem. Em 2026, a ciência do envelhecimento começa a investigar como essa ordem se perde, como essa perda pode ser medida e até que ponto pode ser modulada. Os autores do artigo propõem inclusive um índice conceitual de envelhecimento entrópico multiescala, o MEAI, buscando integrar diferentes manifestações de desordem biológica. Ainda não se trata de uma ferramenta clínica validada, mas de uma tentativa relevante de transformar um conceito físico em uma hipótese biológica mensurável. Essa perspectiva aproxima termodinâmica, biologia de sistemas, gerociência e comportamento humano e nos leva a uma compreensão mais dinâmica do envelhecimento. Envelhecer bem não significa impedir a entropia. Significa preservar a capacidade intrínseca de adaptação, mantendo flexibilidade psíquica e resiliência diante do caos. |
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| Ciência na prática |
| A métrica esquecida |

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Em 3 de setembro, a Oura pediu registro para abrir capital na bolsa americana, com 5 milhões de assinantes pagos. Duas semanas antes, uma ação coletiva na Califórnia, que noticiamos na edição 90, tinha feito a pergunta que a empresa vai ter que responder no tribunal: o anel mede ou estima os estágios do seu sono? A documentação técnica da própria Oura reconhece que ele não capta atividade elétrica do cérebro, e o marketing fala em 95% de acurácia. Tudo o que um anel ou um relógio diz sobre o seu sono é estimativa feita a partir de movimento e batimento. Naoki Deguchi e colegas, do Instituto Metropolitano de Geriatria e Gerontologia, publicaram neste mês na Sleep and Breathing o que aconteceu quando 49 idosos dormiram de cinco a sete noites em casa com um acelerômetro de pulso e um eletroencefalograma portátil ao mesmo tempo, 217 noites no total. No tempo total de sono, o pulso errou 11%, uns 36 minutos por noite. No tempo para pegar no sono errou 59%, e no tempo acordado durante a madrugada, 84%. Os dois números que fazem alguém achar que dormiu mal são justamente os que o aparelho mais erra. O pulso deduz sono a partir de movimento, e quem está acordado parado na cama é contado como dormindo. O aparelho era de pesquisa, não um relógio de loja, que soma frequência cardíaca e usa algoritmo próprio, mas a base do erro é a mesma em qualquer um que dependa de movimento. Nada disso é motivo para tirar o relógio. Estimativa melhora a cada geração de aparelho, e a média de várias noites já corrige boa parte do erro do tempo total. O sensor de glicose no braço conta a mesma história. Em 15 adultos saudáveis, um estudo da Universidade de Bath mediu o sensor contra o glicosímetro usado na ponta de dedo e achou leituras cerca de 16 mg/dL acima, em jejum e depois de comer, porque o sensor lê o líquido entre as células e não o sangue. Ainda assim os dois servem para situar você e para mostrar se melhorou de um mês para o outro. Limitação faz parte, e ela não anula a direção. Mas é importante saber disso, porque o valor absoluto, o de como você realmente está, pede um método mais preciso. A métrica que fica esquecida no meio de tantos números é como você se sente. Você acordou regenerado, com força e motivado para o dia, ou acordou arrastado? Na corrida, na bike, na natação e em outros esportes, a percepção de esforço é medida validada desde a escala de Borg, de 1982, e ela se treina: quem corre aprende a saber, sem olhar o relógio, se aquele ritmo dá para sustentar por uma hora. Depois de comer, como você se sente uma hora depois? Prestar atenção nisso é uma habilidade, e o aparelho não pode virar muleta para não desenvolvê-la. O corpo dá sinais o tempo todo, e ler esses sinais é parte de cuidar de si. O anel vai continuar melhorando, e a Oura vai abrir capital com ele. Os wearables vão melhorar. Mas lembre-se de que você não deve ser refém da tecnologia. Aprender a ler o seu próprio corpo e a sua mente é uma habilidade que vai te ensinar muito mais. Basta estarmos atentos. |
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| Notícias da semana |
| 💡 O Google DeepMind lançou um mapa do efeito das 9 bilhões de mutações possíveis do genoma humano. O AlphaGenome Atlas vem do laboratório do AlphaFold, Nobel de Química de 2024, e prevê, para cada troca de uma letra do DNA, o que muda na atividade dos genes. A maioria das variantes de um teste genético tem significado incerto. O atlas dá uma primeira leitura, ainda não testada, para todas. |
| 💡 O Apple Watch passou a dar uma nota de prontidão toda manhã. Nesta terça, a Apple apresentou o Series 12, com sensores de coração novos e um aplicativo Saúde refeito com inteligência artificial. A nota, de 0 a 10, cruza atividade, sinais vitais e sono e diz se o dia é de descansar ou de ir com tudo. A própria Apple classifica o recurso como bem-estar, fora de uso médico. |
| 💡 A Scribe começou a testar em gente um remédio que desliga o gene do colesterol sem cortar o DNA. A empresa nasceu no laboratório de Jennifer Doudna, Nobel pela CRISPR. O STX-1150 silencia no fígado o PCSK9, a proteína que impede o fígado de retirar LDL do sangue. Hoje isso se faz com injeção a cada duas semanas; a aposta é uma infusão única, de efeito duradouro. |
| 💡 A OMS atualizou as diretrizes para reduzir o risco de demência e acrescentou oito fatores. O resumo saiu em 2 de setembro. HIV, AVC e traumatismo craniano entram na lista de condições que, tratadas, também protegem o cérebro. E a OMS diz que, entre as medidas de governo, só a redução da poluição do ar tem evidência de diminuir casos de demência. As recomendações valem para adultos sem demência. |
| 💡 O Global Wellness Summit foi comprado pela Informa, dona da feira Hospitalar. O evento onde a indústria do bem-estar se organiza e o instituto que produz os números da economia do wellness passam a um grupo britânico de capital aberto, o mesmo que organiza em São Paulo a maior feira de saúde da América Latina. A fundadora, Susie Ellis, diz que equipe e marcas continuam. O valor não foi divulgado. |
| Vale saber |
| Rainer Maria Rilke, em "Cartas a um jovem poeta" |
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