
Bom dia. Acabou o Carnaval, mas em 2026 não dá para dizer que o ano só começa agora. Já começou acelerado e isso costuma trazer aquela sensação perigosa: a de que você precisa correr para não ficar para trás. Ignora essa voz e volta para o plano. Longevidade não acontece do dia para a noite. Ela acontece nas pequenas ações repetidas, de manhã e à noite, que você faz quando ninguém está olhando, na direção certa.
🔎 RESUMO DA EDIÇÃO DE HOJE (TL;DR)
💡 Luz e metabolismo: Um estudo publicado na Cell Metabolism mostrou que trabalhar sob luz natural, em comparação com iluminação artificial estática, aumentou o tempo em faixa glicêmica normal e favoreceu maior oxidação de gordura durante o dia. A luz atua como sinal biológico que influencia glicose, músculo e ritmo circadiano.
🥦 Intestino e quimioterapia, com Dra. Grazi Ravacci: Como as novas diretrizes alimentares americanas colocam a “comida de verdade” no centro da saúde do microbioma e por que isso ganha ainda mais relevância diante da disbiose induzida pela quimioterapia, com impacto direto em mucosite, inflamação e recuperação.
🧪 Taurina e síndrome metabólica: Uma meta-análise com 25 ensaios clínicos mostrou reduções consistentes em pressão arterial, glicemia e triglicerídeos com suplementação de taurina. Além disso, estudo publicado na Science observou queda de taurina com a idade e associação com marcadores metabólicos, tema que ainda precisa de ensaios longos em humanos.
📰 Notícias da semana: Nature Neuroscience mostrou que privação de sono induz “micropulsos” de quase-sono no cérebro, associados a lapsos de atenção. A startup Clair desenvolve wearable para monitoramento contínuo de hormônios com ambição de validação FDA. A Eli Lilly anunciou aquisição da Orna Therapeutics por até US$ 2,4 bilhões para avançar terapias in vivo CAR-T baseadas em RNA circular. A Loyal levantou US$ 100 milhões para avançar o LOY-002, candidato a primeiro fármaco de longevidade aprovado pelo FDA para cães idosos. E a Function Health lançou com a Erewhon o “O Smoothie mais saudável do mundo?”, ampliando sua atuação além de biomarcadores para produtos próprios.
📚 Vale Saber: Dra. Gabrielle Lyon defende que consultas médicas deveriam incluir avaliação regular de massa e força muscular, já que a saúde muscular não é apenas física, mas também metabólica, influenciando sensibilidade à insulina, regulação da glicose, oxidação de gordura e função mitocondrial.
METABOLISMO
A luz que você vê altera sua glicose

Há duas semanas, na edição #61, conversamos sobre o NEAT. Falamos sobre aquele enorme pedaço do seu dia que não é exercício estruturado, mas que representa algo entre 90% e 95% do seu tempo acordado. Dissemos que o modo como você vive esse espaço importa e muito. Que não basta treinar uma hora e passar o resto do dia imóvel. Hoje quero ampliar esse raciocínio. Não é apenas sobre quanto você se move. É também sob que luz você vive essas horas.
Quando pensamos em saúde metabólica, quase sempre os protagonistas são alimentação e exercício. E eles continuam sendo. Mas um artigo publicado em janeiro de 2026 na Cell Metabolism acrescentou uma variável: a qualidade da luz ao longo do dia pode alterar o seu controle glicêmico e a forma como você utiliza energia. Estamos falando dos ambientes onde você passa o seu dia, tipicamente o escritório.
O estudo colocou 13 adultos com diabetes tipo 2 em uma unidade de pesquisa por dois períodos de cinco dias. Mesma alimentação, mesmos horários, mesma atividade física leve após as refeições, mesmo sono. A única diferença era a luz durante o “horário comercial”. Em uma condição, eles ficavam diante de janelas amplas, recebendo luz natural, com variação de intensidade e espectro ao longo do dia. Na outra, permaneciam sob iluminação artificial estática de escritório, cerca de 300 lux ao nível dos olhos. Os pesquisadores não mediram apenas “brilho”. Usaram também uma métrica chamada melanopic EDI, que estima o quanto a luz ativa vias sensíveis à melanopsina, responsáveis por enviar sinais circadianos ao cérebro.
O resultado não foi uma queda enorme da glicose média. Foi algo mais interessante. Sob luz natural, os participantes passaram 51% do tempo na faixa glicêmica considerada normal (80–130 mg/dL), contra 43% sob luz artificial. Em apenas cinco dias, sem mudar calorias ou treino, isso representou 7,6 pontos percentuais a mais em uma zona metabólica mais favorável. É o tipo de ajuste que não chama atenção como um remédio novo, mas que, acumulado por anos, pode significar muito.
A luz natural também alterou o “combustível” utilizado durante o dia. No quarto dia do protocolo, especialmente ao redor do meio-dia, houve maior oxidação de gordura e menor dependência de carboidratos em repouso. Pense no metabolismo como um carro híbrido que pode alternar entre dois tanques. A luz parece ajudar a escolher qual tanque usar em determinado horário. À noite, as diferenças desapareciam. O efeito era diurno, alinhado ao relógio biológico.
E aqui entramos em algo ainda mais fascinante. Biópsias musculares mostraram aumento na expressão de genes centrais do relógio biológico, como Per1 e Cry1, além de um avanço de fase de aproximadamente 45 minutos nos ritmos circadianos do músculo esquelético. Em outras palavras, não é apenas o cérebro que marca as horas. Seu músculo também tem relógio. E a luz ajuda a ajustá-lo. Como o músculo é o principal “coletor” de glicose do corpo (por isso a importância de fazer musculação), pequenas mudanças no seu ritmo interno podem repercutir no controle metabólico como um todo.
Curiosamente, a qualidade subjetiva do sono não mudou entre as condições, o que provavelmente se deve ao fato do estudo ter sido tão curto. Isso sugere que parte do efeito da luz acontece independentemente de você dormir melhor ou pior (Lembre-se: Independente disso, dormir bem mexe muito no seu metabolismo). A luz funciona como um tipo de maestro, organizando hormônios, sistema nervoso autônomo e relógios periféricos mesmo enquanto você está acordado. Obviamente não é cura para diabetes. Não substitui dieta ou exercício. Mas é um input metabólico extra.
Se há uma aplicação prática aqui, ela é simples. Trabalhe perto de uma janela quando possível. Saia ao ar livre na primeira metade do dia, mesmo que por poucos minutos. Exponha seus olhos à luz da manhã antes de mergulhar em telas e escritórios fechados. E, na outra ponta do dia, reduza a iluminação à noite. O metabolismo não responde apenas ao que você come ou ao quanto você se move. Ele responde ao que você vê.
PALAVRA DA ESPECIALISTA
A nova pirâmide alimentar e o intestino na quimioterapia

Durante décadas, as diretrizes nutricionais focaram em macronutrientes e calorias. Hoje, com o avanço da ciência da microbiota e da oncologia nutricional, uma nova perspectiva emerge: não se trata apenas do que comemos, mas de como nossa alimentação dialoga com trilhões de microrganismos que habitam nosso intestino, especialmente quando esse diálogo é interrompido pela quimioterapia.
O prato de um paciente oncológico carrega muito mais que nutrientes. Nele convivem esperança, necessidade de energia para o tratamento e, muitas vezes, a busca por conforto em meio à tempestade. Mas também escolhas que podem determinar se a jornada será mais áspera ou mais suave. Em um cenário onde as Diretrizes Americanas 2025-2030 abraçam pela primeira vez o conceito de "comida de verdade" e a ciência desvenda os impactos devastadores da quimioterapia no intestino, vale uma pergunta essencial: estamos aproveitando todo o potencial terapêutico da alimentação no cuidado oncológico?
A nova filosofia nutricional estadunidense materializa essa discussão ao priorizar alimentos integrais e minimamente processados, colocando a saúde do microbioma no centro das recomendações. Pela primeira vez, diretrizes oficiais reconhecem que "uma dieta saudável apoia um microbioma bem equilibrado", mencionando explicitamente vegetais, frutas, fibras e alimentos fermentados como pilares dessa estratégia. Essa mudança de paradigma chega em um momento crucial para a oncologia, onde evidências científicas revelam como a quimioterapia devasta o intestino e como a nutrição pode ser nossa maior aliada na reconstrução.
Quimioterapia e intestino: o que a ciência está revelando?
Um estudo recente publicado na literatura científica internacional investigou os mecanismos pelos quais a quimioterapia induz disbiose intestinal e suas consequências sistêmicas. Os resultados são reveladores e preocupantes.
Durante o tratamento quimioterápico, observa-se uma disbiose generalizada caracterizada pela redução drástica da diversidade microbiana e do número total de bactérias benéficas. Especificamente, há um aumento de bactérias Gram-negativas potencialmente patogênicas (como E. coli e Pseudomonas) e diminuição significativa de bactérias Gram-positivas protetoras (como Bifidobacterium e Lactobacillus).
Esse desequilíbrio desencadeia uma cascata inflamatória devastadora. Os componentes das bactérias patogênicas ativam receptores Toll-like (TLRs), levando à produção excessiva de citocinas pró-inflamatórias que danificam a mucosa intestinal e agravam a mucosite, um dos efeitos colaterais mais debilitantes da quimioterapia.
Um dado alarmante chama atenção: a redução das bactérias comensais compromete gravemente a produção de substâncias essenciais para a cicatrização e regeneração do epitélio intestinal, criando um ciclo vicioso onde o intestino se torna cada vez mais vulnerável.
A convergência revolucionária: quando diretrizes nutricionais encontram evidências oncológicas
Ao colocarmos lado a lado as novas diretrizes americanas e as evidências sobre disbiose induzida pela quimioterapia, emerge uma sinergia poderosa que redefine completamente o papel da nutrição no cuidado oncológico.
A base "comida de verdade" das diretrizes americanas se revela como uma estratégia de primeira linha para proteger o intestino durante a quimioterapia. A priorização de alimentos integrais e a exclusão rigorosa de ultraprocessados, açúcares adicionados e aditivos artificiais não é apenas uma recomendação geral de saúde, é uma intervenção terapêutica crítica.
Alimentos processados são conhecidos por desequilibrar a microbiota e promover inflamação. Em um contexto onde a quimioterapia já ataca violentamente o intestino, evitar esses agressores adicionais se torna uma questão de sobrevivência celular.
O microbioma no centro: uma revolução silenciosa
Pela primeira vez na história, diretrizes nutricionais oficiais destacam explicitamente o papel da dieta na saúde do microbioma. As novas recomendações mencionam vegetais, frutas, alimentos ricos em fibras e alimentos fermentados como kefir e missô.
Essa mudança é revolucionária para o paciente oncológico. O consumo adequado de fibras a partir de vegetais e frutas fornece substrato para a produção de ácidos graxos de cadeia curta, especialmente o butirato, essencial para a saúde e regeneração intestinal. A inclusão de alimentos fermentados representa um reforço fundamental para repovoar e proteger o intestino devastado pela quimioterapia.
Estudos demonstram que pacientes que mantêm uma microbiota mais diversa durante o tratamento oncológico apresentam:
Menor incidência e gravidade de mucosite
Melhor resposta imunológica
Redução de infecções oportunistas
Menor tempo de internação hospitalar
Proteína e resiliência: pilares da recuperação
As diretrizes americanas estabelecem recomendações robustas de proteínas (1,2-1,6 g/kg). Para o paciente oncológico, essa orientação ganha dimensões terapêuticas.
Pacientes em quimioterapia frequentemente desenvolvem sarcopenia, desnutrição e deficiências nutricionais que prejudicam a recuperação e comprometem a imunidade. As diretrizes, ao enfatizarem proteínas de alta qualidade e uma dieta nutritiva, fornecem a base para a preservação da massa muscular, síntese de células de defesa e reparação tecidual, fatores cruciais para a resiliência durante o tratamento.
Particularmente relevante é a priorização de fontes de proteína vegetal, leguminosas, grãos integrais, oleaginosas e sementes, sobre as de origem animal. Essas proteínas vegetais vêm acompanhadas de fibras, compostos bioativos e menor carga inflamatória, oferecendo um "pacote nutricional" especialmente benéfico para o intestino já fragilizado pela quimioterapia, ao mesmo tempo que fornecem os aminoácidos essenciais para a recuperação tecidual.
Da população geral ao cuidado individualizado
As diretrizes americanas incluem uma seção específica sobre "populações especiais", reconhecendo que indivíduos com doenças crônicas necessitam adaptações. No contexto oncológico, essa personalização se torna imperativa.
A disbiose induzida pela quimioterapia nos guia para adaptar as diretrizes gerais, ajustando texturas, tipos de fibras e introduzindo suplementos específicos (prebióticos, aminoácidos, ômega-3) conforme a fase do tratamento e a toxicidade individual.
A mensagem final: nutrição como medicina de precisão
A convergência entre as novas diretrizes nutricionais e as evidências sobre disbiose na quimioterapia revela uma verdade poderosa: a alimentação não é apenas suporte no tratamento oncológico, é uma intervenção terapêutica fundamental.
Pequenas mudanças, como priorizar alimentos fermentados, aumentar a diversidade de fibras vegetais e eliminar ultraprocessados, podem transformar radicalmente a experiência do paciente durante a quimioterapia.
A adoção dos princípios de "comida de verdade" das novas diretrizes americanas, adaptada às necessidades do paciente oncológico, representa uma estratégia baseada em evidências para proteger o intestino, reduzir efeitos colaterais e promover uma jornada de tratamento mais digna, eficaz e cientificamente comprovada.
CIÊNCIA NA PRÁTICA
Taurina e síndrome metabólica

Síndrome metabólica é um nome técnico para um padrão. Pressão mais alta do que deveria. Glicemia que começa a escapar do controle. Gordura abdominal. Triglicerídeos elevados. HDL baixo. Quando esses fatores se somam, o risco cardiovascular passa a ser real, e não uma possibilidade abstrata. Por isso existe um interesse amplo em como controlar esses fatores. Um grupo de cientistas decidiu testar se suplementar taurina poderia melhorar esses marcadores.
A resposta veio então de uma meta-análise de 25 estudos clínicos randomizados, avaliando taurina em contextos ligados à síndrome metabólica. As doses variaram de 0,5 a 6 g por dia, por períodos que foram de cinco dias a um ano.
Em média, a taurina reduziu 4 mmHg na pressão sistólica, 1,5 mmHg na diastólica, 6 mg/dL na glicemia de jejum e 18 mg/dL nos triglicerídeos. Não houve mudança consistente no HDL. A queda de pressão diastólica e glicemia foi dose dependente, ou seja, doses mais altas dentro do intervalo estudado tenderam a produzir resultados mais fortes.
Vale lembrar que não houve efeitos adversos relevantes nos estudos incluídos. Em outros estudos doses de até 10 g por dia já foram utilizadas. Ainda assim, dose e indicação devem ser individualizadas com acompanhamento médico.
Os valores podem parecer pequenos quando você lê rápido. Mas saúde metabólica quase nunca muda com uma martelada. Ela muda com pequenos deslocamentos mantidos por tempo suficiente. Em quem já está no limiar, um ajuste discreto na direção certa pode ser a diferença entre estabilizar e piorar.
A taurina entra aqui como uma molécula simples, presente no corpo e também na dieta, especialmente em alimentos de origem animal. Ela participa de processos ligados ao metabolismo da glicose, à função mitocondrial e à modulação inflamatória. Isso não prova que suplementar é necessário. Só ajuda a entender por que ela aparece com frequência quando o tema é risco cardiometabólico.
Existe ainda um segundo capítulo. Em 2023, um estudo publicado na Science descreveu queda de taurina circulante com a idade em diferentes espécies e observou melhora de marcadores de saúde com suplementação em modelos animais. Em humanos, níveis mais baixos se associaram a obesidade abdominal, hipertensão e inflamação. Isso ainda não é evidência de que taurina aumente longevidade em pessoas. Para responder isso, faltam estudos longos e bem controlados em humanos. Veremos o que aparece daqui pra frente.
O que dá para levar daqui é: se você tem sinais de síndrome metabólica, talvez valha discutir taurina com seu médico como uma ferramenta adicional, não como atalho. E vale notar uma coincidência interessante: uma sessão aguda de exercício pode aumentar taurina no sangue. Exercício continua sendo o eixo central. Suplemento, quando faz sentido, entra como coadjuvante.
NOTÍCIAS
O que mais está acontecendo?
💡 Um estudo publicado na Nature Neuroscience mostrou que, quando você dorme pouco, seu cérebro entra por segundos em um estado “quase sono” para tentar eliminar toxinas acumuladas ao longo do dia. Esses pulsos de fluido coincidem com lapsos de atenção, o que ajuda a explicar erros, acidentes e queda de performance. A pesquisa reforça que dormir bem não é luxo, é manutenção biológica essencial.
💡 A startup Clair, fundada por ex-alunos de Stanford, está desenvolvendo um wearable para monitoramento contínuo de hormônios, com ambição de validação clínica e aprovação FDA, além de processamento local no celular para reforçar privacidade. É mais um passo da tendência “wearable as a lab”, que já vai desde medições contínuas como glicose e até potássio.
💡 A Eli Lilly anunciou a compra da Orna Therapeutics por até US$ 2,4 bilhões, entrando de vez no campo das terapias in vivo CAR-T, que buscam reprogramar células imunes diretamente dentro do corpo. A tecnologia usa RNA circular e nanopartículas lipídicas para criar terapias genéticas mais duráveis e potencialmente mais acessíveis que os modelos atuais ex vivo. É mais um movimento das big pharmas na corrida por imunoterapia de nova geração.
💡 A Loyal levantou US$ 100 milhões na Série C para avançar o LOY-002, candidato a ser o primeiro fármaco de longevidade aprovado pelo FDA, começando por cães idosos. A empresa diz ter completado etapas de segurança e aceitação de eficácia e finalizou o recrutamento do estudo STAY, com 1.300+ cães em 70+ clínicas.
💡 A Function Health entrou de vez no mundo de produtos com a Erewhon ao lançar o “O Smoothie mais saudável do mundo?”, uma colaboração de 1 ano. Mais do que a bebida em si, o movimento sinaliza a Function ampliando sua jornada no cuidado de longevidade, saindo de “biomarcadores” e caminhando para recomendações de produtos próprios e consumo no dia a dia.
VALE SABER
“Uma consulta médica típica inclui a medição de sinais vitais como pressão arterial, pulso e peso. Mas, para ter uma visão mais precisa da saúde geral, seu médico também deveria medir sua massa muscular em cada consulta anual, com uma avaliação de força e outros testes. Isso permitiria um feedback imediato sobre a direção em que sua condição muscular está evoluindo, algo que determina grande parte da sua saúde ao longo da vida. Até que o sistema médico esteja à altura desse desafio, é essencial que você assuma o controle da sua própria longevidade.
A saúde muscular tem dois componentes principais: (1) físico e (2) metabólico.
O componente físico envolve força e massa. O metabólico impacta a sensibilidade à insulina, a regulação da glicose, a oxidação de ácidos graxos e a saúde das mitocôndrias.”
— Fonte: Gabrielle Lyon
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